Operação da Polícia Federal Atinge Prefeitura de Macapá por Fraude em Licitações
Endereços Ligados ao Prefeito Dr. Furlan São Alvo de Busca e Apreensão
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da operação Paroxismo, visando investigar um esquema de fraude em licitações na Saúde em Macapá (AP). A ação, que cumpre determinação do STF, afastou servidores por 60 dias e cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém (PA) e Natal (RN).
Entre os servidores afastados estão o prefeito Dr. Furlan (PSD), o vice-prefeito Mario Neto (PODEMOS), a secretária de saúde Erica Aymoré e o presidente da comissão permanente de licitação da prefeitura. A investigação aponta para um esquema de fraude em licitação para execução das obras do Hospital Geral Municipal de Macapá.
A polícia suspeita que o grupo atuou para manipular o processo licitatório e garantir vantagens indevidas em contratos milionários. Há indícios de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. O contrato sob suspeita foi firmado pela Secretaria Municipal de Saúde de Macapá.
O Hospital Geral Municipal de Macapá é uma das principais obras de infraestrutura da saúde na capital, com orçamento estimado em cerca de R$ 70 milhões. A operação busca esclarecer se o projeto foi usado para enriquecimento ilícito de agentes públicos e empresários.

